Se tomar inadvertidamente mais do que um comprimido num dia, contacte o seu médico ou dirija-se a uma urgência hospitalar. Existem grupos de pessoas para quem o uso do Viagra está contraindicado ou exige cuidados especiais: Pessoas com problemas cardíacos graves: os inibidores da PDE5 não são indicados para doentes com isquemia cardíaca activa, insuficiência cardíaca com baixo débito ou pressão arterial instável [1]. Se sofreu um enfarte, acidente vascular cerebral ou arritmia grave nos últimos seis meses, o seu médico provavelmente recomendará que evite o sildenafil; Utilizadores de nitratos e estimuladores de guanilato ciclase: a combinação com nitratos (como a nitroglicerina ou o mononitrato de isossorbida) é absolutamente contraindicada. O mesmo se aplica ao riociguat, usado no tratamento da hipertensão arterial pulmonar; Pessoas com pressão baixa (hipotensão): a pressão arterial inferior a 90/50 mmHg é uma contraindicação formal para o uso de Viagra; Doenças oculares raras: doentes com retinite pigmentosa ou neuropatia óptica isquémica anterior não arterítica (NAION) apresentam maior risco de problemas visuais com o uso de sildenafil; Problemas hepáticos ou renais graves: estes doentes devem usar doses reduzidas e sob vigilância médica mais apertada; Mulheres, crianças e adolescentes: o Viagra não está indicado para mulheres, crianças ou jovens com menos de 18 anos. Como qualquer medicamento, o Viagra pode causar efeitos secundários.
O estudo “Side-effect profile of sildenafil citrate (Viagra) in clinical practice” [2], realizado com 256 doentes numa prática universitária, identificou os seguintes efeitos adversos mais comuns: Rubor facial / ondas de calor — o efeito mais frequente, registado em cerca de 31% dos utilizadores; Dor de cabeça — ocorre em aproximadamente 25% dos casos; Congestão nasal — reportada por cerca de 19% dos doentes; Azia ou má digestão — presente em cerca de 10% dos utilizadores. O mesmo estudo concluiu que os efeitos secundários têm uma relação directa com a dose: quanto maior a dose, maior a probabilidade de ocorrerem. Em todos os casos observados, as reacções foram leves e passageiras, e nenhum participante abandonou o estudo por causa da sua gravidade. Os efeitos menos comuns associados ao uso do Viagra incluem tonturas, palpitações e hipotensão sintomática (pressão arterial baixa).
| Afirmação | Verdade ou mito | Explicação | Recomendação |
|---|---|---|---|
| O sildenafil provoca ereção imediata | Mito | Requer estimulação sexual | Não esperar efeito automático |
| Pode tomar com álcool sem problema | Mito | Álcool reduz eficácia | Evitar consumo excessivo |
| É eficaz em todos os homens | Mito | Depende da causa da disfunção | Avaliação médica prévia |
| Tomar antes não aumenta o desejo sexual | Verdade | Atua na ereção, não na libido | Gerir expectativas |
| Dose maior garante melhor resultado | Mito | Aumenta riscos sem benefício | Respeitar dose prescrita |
Alguns utilizadores podem também sentir perturbações visuais, como a cianopsia, em que a visão adquire temporariamente uma tonalidade azulada. Em casos raros, mas graves, pode ocorrer priapismo — uma ereção dolorosa com duração superior a 4 horas que requer assistência médica imediata para evitar danos permanentes no tecido erétil do pénis [2]. Além de seguir as instruções médicas, há um conjunto de hábitos que podem potenciar os resultados do tratamento com Viagra. Estas recomendações aplicam-se tanto ao medicamento de marca como a quem opta por comprar Viagra genérico, já que o princípio ativo é o mesmo: Tome na hora certa: o sildenafil actua melhor quando tomado entre 30 a 60 minutos antes da atividade sexual. Planear com alguma antecedência melhora a experiência; Prefira refeições leves: alimentos com alto teor de gordura atrasam a absorção do princípio ativo. Opte por uma refeição leve antes de tomar o comprimido; Limite o álcool: o consumo excessivo de bebidas alcoólicas é, por si só, uma causa de disfunção erétil e reduz a eficácia do medicamento; Crie um ambiente propício: o Viagra não actua sem estímulo sexual. Criar um ambiente relaxante e íntimo contribui para uma melhor resposta ao tratamento; Mantenha um estilo de vida saudável: a prática regular de exercício físico, a cessação do tabagismo e o controlo do peso contribuem para melhorar o desempenho sexual a longo prazo e aumentam a eficácia dos medicamentos para a disfunção erétil. O estudo “Positive Effect of Counseling and Dose Adjustment in Patients with Erectile Dysfunction who Failed Treatment with Sildenafil” [3] demonstrou que homens que tinham abandonado o Viagra por falta de resultados obtiveram melhorias significativas após receberem orientação médica adequada e ajuste de dose para 100 mg. Assim, o acompanhamento por um profissional de saúde faz uma diferença real nos resultados. O uso de Viagra por homens sem disfunção erétil é um fenómeno crescente, especialmente entre jovens, e representa um risco para a saúde. O estudo “Use of Sildenafil in young adults: a growing health problem” [4] alerta para os perigos desta prática: interacções medicamentosas potencialmente fatais, priapismo, problemas visuais e, em casos raros, perdas auditivas. Entretanto, um dos riscos menos discutidos é o da dependência psicológica. Homens jovens que usam o Viagra sem necessidade clínica podem desenvolver um bloqueio psicológico. Ou seja, passam a acreditar que são incapazes de ter uma ereção sem o comprimido, criando uma dependência que não existia antes. Nalguns casos paradoxais, um homem sem qualquer problema erétil passa a vivenciá-lo precisamente por ter recorrido ao medicamento sem necessidade. O Viagra não está autorizado para uso feminino e não deve ser tomado por mulheres. Embora o sildenafil aumente o fluxo sanguíneo para os genitais tanto em homens como em mulheres, este efeito não se traduz necessariamente em maior prazer ou resolução de problemas de desejo sexual no caso feminino.
Esta dispensa está regulamentada pelo Protocolo de Dispensa Exclusiva em Farmácia (EF) e realiza-se sempre com a supervisão de um farmacêutico. Para as dosagens de 25 mg e 100 mg, continua a ser necessária prescrição médica. Importa esclarecer que comprar Viagra sem receita online não é equivalente a esta dispensa em farmácia. A aquisição de medicamentos deve ser feita apenas através de canais autorizados, como farmácias registadas, garantindo a segurança e autenticidade do produto. O Viagra pode ser tomado “em demanda”, ou seja, apenas quando necessário, uma hora antes da relação sexual.
Não é necessário tomar o medicamento diariamente, ao contrário do que acontece com algumas formulações de tadalafila. A decisão sobre a frequência de uso deve ser tomada com orientação médica. Em alguns homens, o efeito do Viagra pode parecer menor com o uso repetido, o que frequentemente está relacionado com a progressão da causa subjacente da disfunção erétil, e não com uma tolerância farmacológica. O ajuste da dose (ou a mudança para outra molécula) pode ser eficaz nestes casos. O Viagra pode ser eficaz em casos de disfunção erétil em jovens, sobretudo quando existe uma causa orgânica (como diabetes ou lesões medulares).
No entanto, em casos de origem psicológica, como ansiedade de desempenho ou inexperiência, a terapia comportamental com um sexólogo pode ser mais eficaz e não acarreta os riscos do uso medicamentoso. Contudo, como já referido, pode desenvolver-se uma dependência psicológica, especialmente em homens jovens que o utilizam sem necessidade clínica. Este bloqueio pode tornar a ereção aparentemente impossível sem o medicamento, mesmo em situações em que anteriormente não havia qualquer dificuldade. Existem outras opções para o tratamento da disfunção erétil caso o Viagra não produza os resultados esperados. Além disso, muitos homens procuram saber como aumentar a circulação peniana, já que este é um dos principais fatores envolvidos na ereção. A excitação feminina envolve mecanismos mais efeito colaterais sildenafil complexos do que a excitação masculina, onde a ereção é o sinal directo de resposta. Em mulheres, a dificuldade mais comum não está relacionada com o fluxo sanguíneo, mas com factores emocionais, hormonais e relacionais que um vasodilatador não consegue resolver. Para esclarecer as dúvidas sobre como tomar Viagra, reunimos abaixo um conjunto de perguntas frequentes com respostas baseadas em evidência e orientação clínica. Em Portugal, o INFARMED autorizou a venda de Viagra sem receita médica nas farmácias comunitárias, mas apenas para a dosagem de Sildenafil de 50 mg.
| Produto | Dosagem | Quantidade + Bónus | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| Cialis Professional | 40mg | 270 + 6 comprimidos | 898.37€ 855.59€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 20 comprimidos | 62.99€ 59.99€ | |
| Tadalista Super Active | 20mg | 60 + 8 comprimidos | 230.32€ 219.35€ | |
| Levitra Genérico | 10mg | 270 + 10 comprimidos | 338.09€ 321.99€ | |
| Levitra Original | 20mg | 12 comprimidos | 81.99€ 78.09€ | |
| Levitra Genérico | 40mg | 360 + 10 comprimidos | 704.99€ 671.42€ | |
| Viagra Genérico | 150mg | 90 + 6 comprimidos | 147.18€ 140.17€ | |
| Cialis Genérico | 5mg | 270 + 10 comprimidos | 205.81€ 196.01€ | |
| Kamagra Polo | 100mg | 180 + 8 comprimidos | 446.52€ 425.26€ | |
| Super Kamagra | 160 mg | 32 + 4 comprimidos | 218.25€ 207.86€ | |
| Viagra Original | 100mg | 76 + 4 comprimidos | 306.59€ 291.99€ | |
| Kamagra Brausetabletten | 100 mg | 63 + 7 comprimidos | 171.99€ 163.80€ | |
| Cialis Genérico | 5mg | 60 + 4 comprimidos | 86.02€ 81.92€ | |
| Kamagra Polo | 100 mg | 32 comprimidos | 125.88€ 119.89€ | |
| Levitra Genérico | 10mg | 90 + 8 comprimidos | 150.58€ 143.41€ | |
| Kamagra Soft Tabs | 100mg | 20 comprimidos | 79.79€ 75.99€ |
Esta dispensa está regulamentada pelo Protocolo de Dispensa Exclusiva em Farmácia (EF) e realiza-se sempre com a supervisão de um farmacêutico.
Nesse contexto, diferentes abordagens terapêuticas podem ser consideradas: Tadalafila (Cialis): inibidor da PDE5 com duração de acção até 36 horas, o que oferece maior flexibilidade; Vardenafil (Levitra): indicado para homens que não respondem bem ao sildenafil; Avanafil (Spedra): acção mais rápida, geralmente em 15 a 30 minutos; Alprostadil: disponível em injecção intracavernosa ou supositório intrauretral, actua directamente nos vasos sanguíneos do pênis e é uma opção quando os medicamentos orais não são eficazes. Em todo o caso, a escolha da alternativa mais adequada deve ser feita com o apoio do médico, após avaliação clínica individualizada. A DE é caracterizada pela incapacidade persistente de alcançar e manter uma ereção adequada para um desempenho sexual satisfatório.1-4 Esta condição apresenta repercussões significativas a nível físico, emocional e psicossocial, comprometendo o bem-estar tanto dos indivíduos afetados, como dos respetivos parceiros sexuais.1O tratamento farmacológico de primeira linha para a DE consiste, habitualmente, na administração oral de inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (IPDE5), devido à sua eficácia comprovada e elevada segurança.1,3 Estes fármacos inibem a enzima PDE5, o que resulta no relaxamento das paredes dos vasos sanguíneos e promove a vasodilatação, com aumento do fluxo sanguíneo peniano.2-5Atualmente, em Portugal, o fármaco sildenafil 50 mg encontra-se disponível como medicamento não sujeito a receita médica de dispensa exclusiva em Farmácia (MNSRM-EF)2 para o tratamento da DE em homens com idade igual ou superior a 18 anos.2,4-6 No âmbito da sua dispensa, é fundamental que o farmacêutico se assegure de que o utente cumpre os critérios necessários para a dispensa, mediante a aplicação do protocolo de dispensa e da checklist de avaliação,2 e que transmita um conjunto de informações essenciais para garantir a utilização correta e segura do medicamento, nomeadamente: A dose máxima diária recomendada é de 50 mg (um comprimido)1-6 que deverá ser tomado cerca de uma hora antes da relação sexual.1-4,6 O seu uso diário continuado não se encontra recomendado;2,5 A toma com alimentos pode atrasar o início de ação do fármaco;1-6 A ingestão de toranja ou sumo de toranja deverá ser evitada, pois pode aumentar moderadamente os níveis plasmáticos do sildenafil;2,4,6 A ação farmacológica pode iniciar-se aproximadamente 30 minutos após a administração.2,5,6 No entanto, a capacidade de obtenção de ereção peniana em resposta à estimulação sexual pode manter-se até cerca de quatro horas após a toma;2,4 Em alguns casos, poderá ser necessário administrar sildenafil 50 mg em diferentes ocasiões (respeitando sempre a dose máxima recomendada), até que se verifique uma resposta erétil adequada para permitir a atividade sexual;2,5,6 É necessária estimulação sexual para o medicamento ser eficaz;2-5 O consumo de álcool deverá ser evitado.
Para as dosagens de 25 mg e 100 mg, continua a ser necessária prescrição médica. Importa esclarecer que comprar Viagra sem receita online não é equivalente a esta dispensa em farmácia.
A aquisição de medicamentos deve ser feita apenas através de canais autorizados, como farmácias registadas, garantindo a segurança e autenticidade do produto. O Viagra pode ser tomado “em demanda”, ou seja, apenas quando necessário, uma hora antes da relação sexual. Não é necessário tomar o medicamento diariamente, ao contrário do que acontece com algumas formulações de tadalafila. A decisão sobre a frequência de uso deve ser tomada com orientação médica. Em alguns homens, o efeito do Viagra pode parecer menor com o uso repetido, o que frequentemente está relacionado com a progressão da causa subjacente da disfunção erétil, e não com uma tolerância farmacológica. O ajuste da dose (ou a mudança para outra molécula) pode ser eficaz nestes casos.
Criar um ambiente relaxante e íntimo contribui para uma melhor resposta ao tratamento; Mantenha um estilo de vida saudável: a prática regular de exercício físico, a cessação do tabagismo e o controlo do peso contribuem para melhorar o desempenho sexual a longo prazo e aumentam a eficácia dos medicamentos para a disfunção erétil. O estudo “Positive Effect of Counseling and Dose Adjustment in Patients with Erectile Dysfunction who Failed Treatment with Sildenafil” [3] demonstrou que homens que tinham abandonado o Viagra por falta de resultados obtiveram melhorias significativas após receberem orientação médica adequada e ajuste de dose para 100 mg. Assim, o acompanhamento por um profissional de saúde faz uma diferença real nos resultados. O uso de Viagra por homens sem disfunção erétil é um fenómeno crescente, especialmente entre jovens, e representa um risco para a saúde. O estudo “Use of Sildenafil in young adults: a growing health problem” [4] alerta para os perigos desta prática: interacções medicamentosas potencialmente fatais, priapismo, problemas visuais e, em casos raros, perdas auditivas.
Entretanto, um dos riscos menos discutidos é o da dependência psicológica. Homens jovens que usam o Viagra sem necessidade clínica podem desenvolver um bloqueio psicológico. Ou seja, passam a acreditar que são incapazes de ter uma ereção sem o comprimido, criando uma dependência que não existia antes. Nalguns casos paradoxais, um homem sem qualquer problema erétil passa a vivenciá-lo precisamente por ter recorrido ao medicamento sem necessidade. O Viagra não está autorizado para uso feminino e não deve ser tomado por mulheres.
Embora o sildenafil aumente o fluxo sanguíneo para os genitais tanto em homens como em mulheres, este efeito não se traduz necessariamente em maior prazer ou resolução de problemas de desejo sexual no caso feminino. A excitação feminina envolve mecanismos mais efeito colaterais sildenafil complexos do que a excitação masculina, onde a ereção é o sinal directo de resposta. Em mulheres, a dificuldade mais comum não está relacionada com o fluxo sanguíneo, mas com factores emocionais, hormonais e relacionais que um vasodilatador não consegue resolver. Para esclarecer as dúvidas sobre como tomar Viagra, reunimos abaixo um conjunto de perguntas frequentes com respostas baseadas em evidência e orientação clínica. Em Portugal, o INFARMED autorizou a venda de Viagra sem receita médica nas farmácias comunitárias, mas apenas para a dosagem de Sildenafil de 50 mg. O Viagra pode ser eficaz em casos de disfunção erétil em jovens, sobretudo quando existe uma causa orgânica (como diabetes ou lesões medulares). No entanto, em casos de origem psicológica, como ansiedade de desempenho ou inexperiência, a terapia comportamental com um sexólogo pode ser mais eficaz e não acarreta os riscos do uso medicamentoso. Contudo, como já referido, pode desenvolver-se uma dependência psicológica, especialmente em homens jovens que o utilizam sem necessidade clínica. Este bloqueio pode tornar a ereção aparentemente impossível sem o medicamento, mesmo em situações em que anteriormente não havia qualquer dificuldade. Existem outras opções para o tratamento da disfunção erétil caso o Viagra não produza os resultados esperados.
Se tomar inadvertidamente mais do que um comprimido num dia, contacte o seu médico ou dirija-se a uma urgência hospitalar. Existem grupos de pessoas para quem o uso do Viagra está contraindicado ou exige cuidados especiais: Pessoas com problemas cardíacos graves: os inibidores da PDE5 não são indicados para doentes com isquemia cardíaca activa, insuficiência cardíaca com baixo débito ou pressão arterial instável [1]. Se sofreu um enfarte, acidente vascular cerebral ou arritmia grave nos últimos seis meses, o seu médico provavelmente recomendará que evite o sildenafil; Utilizadores de nitratos e estimuladores de guanilato ciclase: a combinação com nitratos (como a nitroglicerina ou o mononitrato de isossorbida) é absolutamente contraindicada. O mesmo se aplica ao riociguat, usado no tratamento da hipertensão arterial pulmonar; Pessoas com pressão baixa (hipotensão): a pressão arterial inferior a 90/50 mmHg é uma contraindicação formal para o uso de Viagra; Doenças oculares raras: doentes com retinite pigmentosa ou neuropatia óptica isquémica anterior não arterítica (NAION) apresentam maior risco de problemas visuais com o uso de sildenafil; Problemas hepáticos ou renais graves: estes doentes devem usar doses reduzidas e sob vigilância médica mais apertada; Mulheres, crianças e adolescentes: o Viagra não está indicado para mulheres, crianças ou jovens com menos de 18 anos. Como qualquer medicamento, o Viagra pode causar efeitos secundários.
O estudo “Side-effect profile of sildenafil citrate (Viagra) in clinical practice” [2], realizado com 256 doentes numa prática universitária, identificou os seguintes efeitos adversos mais comuns: Rubor facial / ondas de calor — o efeito mais frequente, registado em cerca de 31% dos utilizadores; Dor de cabeça — ocorre em aproximadamente 25% dos casos; Congestão nasal — reportada por cerca de 19% dos doentes; Azia ou má digestão — presente em cerca de 10% dos utilizadores. O mesmo estudo concluiu que os efeitos secundários têm uma relação directa com a dose: quanto maior a dose, maior a probabilidade de ocorrerem. Em todos os casos observados, as reacções foram leves e passageiras, e nenhum participante abandonou o estudo por causa da sua gravidade. Os efeitos menos comuns associados ao uso do Viagra incluem tonturas, palpitações e hipotensão sintomática (pressão arterial baixa). Alguns utilizadores podem também sentir perturbações visuais, como a cianopsia, em que a visão adquire temporariamente uma tonalidade azulada.
Em casos raros, mas graves, pode ocorrer priapismo — uma ereção dolorosa com duração superior a 4 horas que requer assistência médica imediata para evitar danos permanentes no tecido erétil do pénis [2]. Além de seguir as instruções médicas, há um conjunto de hábitos que podem potenciar os resultados do tratamento com Viagra. Estas recomendações aplicam-se tanto ao medicamento de marca como a quem opta por comprar Viagra genérico, já que o princípio ativo é o mesmo: Tome na hora certa: o sildenafil actua melhor quando tomado entre 30 a 60 minutos antes da atividade sexual. Planear com alguma antecedência melhora a experiência; Prefira refeições leves: alimentos com alto teor de gordura atrasam a absorção do princípio ativo. Opte por uma refeição leve antes de tomar o comprimido; Limite o álcool: o consumo excessivo de bebidas alcoólicas é, por si só, uma causa de disfunção erétil e reduz a eficácia do medicamento; Crie um ambiente propício: o Viagra não actua sem estímulo sexual. Além disso, muitos homens procuram saber como aumentar a circulação peniana, já que este é um dos principais fatores envolvidos na ereção. Nesse contexto, diferentes abordagens terapêuticas podem ser consideradas: Tadalafila (Cialis): inibidor da PDE5 com duração de acção até 36 horas, o que oferece maior flexibilidade; Vardenafil (Levitra): indicado para homens que não respondem bem ao sildenafil; Avanafil (Spedra): acção mais rápida, geralmente em 15 a 30 minutos; Alprostadil: disponível em injecção intracavernosa ou supositório intrauretral, actua directamente nos vasos sanguíneos do pênis e é uma opção quando os medicamentos orais não são eficazes. Em todo o caso, a escolha da alternativa mais adequada deve ser feita com o apoio do médico, após avaliação clínica individualizada. A DE é caracterizada pela incapacidade persistente de alcançar e manter uma ereção adequada para um desempenho sexual satisfatório.1-4 Esta condição apresenta repercussões significativas a nível físico, emocional e psicossocial, comprometendo o bem-estar tanto dos indivíduos afetados, como dos respetivos parceiros sexuais.1O tratamento farmacológico de primeira linha para a DE consiste, habitualmente, na administração oral de inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (IPDE5), devido à sua eficácia comprovada e elevada segurança.1,3 Estes fármacos inibem a enzima PDE5, o que resulta no relaxamento das paredes dos vasos sanguíneos e promove a vasodilatação, com aumento do fluxo sanguíneo peniano.2-5Atualmente, em Portugal, o fármaco sildenafil 50 mg encontra-se disponível como medicamento não sujeito a receita médica de dispensa exclusiva em Farmácia (MNSRM-EF)2 para o tratamento da DE em homens com idade igual ou superior a 18 anos.2,4-6 No âmbito da sua dispensa, é fundamental que o farmacêutico se assegure de que o utente cumpre os critérios necessários para a dispensa, mediante a aplicação do protocolo de dispensa e da checklist de avaliação,2 e que transmita um conjunto de informações essenciais para garantir a utilização correta e segura do medicamento, nomeadamente: A dose máxima diária recomendada é de 50 mg (um comprimido)1-6 que deverá ser tomado cerca de uma hora antes da relação sexual.1-4,6 O seu uso diário continuado não se encontra recomendado;2,5 A toma com alimentos pode atrasar o início de ação do fármaco;1-6 A ingestão de toranja ou sumo de toranja deverá ser evitada, pois pode aumentar moderadamente os níveis plasmáticos do sildenafil;2,4,6 A ação farmacológica pode iniciar-se aproximadamente 30 minutos após a administração.2,5,6 No entanto, a capacidade de obtenção de ereção peniana em resposta à estimulação sexual pode manter-se até cerca de quatro horas após a toma;2,4 Em alguns casos, poderá ser necessário administrar sildenafil 50 mg em diferentes ocasiões (respeitando sempre a dose máxima recomendada), até que se verifique uma resposta erétil adequada para permitir a atividade sexual;2,5,6 É necessária estimulação sexual para o medicamento ser eficaz;2-5 O consumo de álcool deverá ser evitado.